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Quando vencem os melhores…

Ter, 19/08/08
por Lédio Carmona |


ague.jpgA marra do brasileiro quando o assunto é futebol não permite que se enxergue o óbvio: há pelo menos quatro anos a Argentina é melhor do que a Seleção. A superioridade foi camuflada por alguns resultados isolados que, nos últimos três anos, criaram uma escrita ilusória, na qual nossos hermanos não conseguiam nos vencer. Ganhamos a final da Copa das Confederações. Ganhamos a Copa América. Boas atuações, muito embora nossos rivais tenham jogado tão mal quanto o Brasil se exibira bem.

Hoje, no confronto mais importante entre as duas seleções desde a Copa de 1990, fomos derrotados com flagrante facilidade: 3 a 0, dois gols de Aguero e um de Riquelme, de pênalti. O time de Dunga terminou com 9 jogadores - Thiago Neves e Lucas foram expulsos -, prova cabal de que, o tempo passa, o tempo voa, e ainda não aprendemos a aceitar derrotas. Nem fora nem dentro de campo.Foi inapelável. A Argentina jogou como quis. Tocou a bola, envolveu o Brasil, que marcava à distância, como sempre não tinha chegada na frente e parecia tonto diante da movimentação dos adversários. Rafael Sóbis, como sempre, sozinho no ataque. E Ronaldinho Gaúcho, como de praxe, encostado no canto esquerdo. O Brasil só não levou gol no primeiro tempo porque a Argentina tem o pecado, constante, de chutar pouco a gol. Toca demais e executa de menos.

19diego.jpgNo segundo tempo, nada mudou. Ou melhor, a Argentina resolveu ser mais objetiva.  E aí, o ouro sonhado derreteu rapidamente. Aos sete, gol de Aguero (foto abaixo). Aos 12m, mais um gol de Aguero. Aos 31 min, pênalti de Breno, perdido e sem tempo de bola, em Aguero. Riquelme bateu: 3 a 0. Só não foi de quatro porque eles tiveram pena. Devem ter tido o respeito que sempre mostraram pelo Brasil. E tiraram o pél. Ou ficaram receosos de perder algum jogador, diante dos pontapés dos brasileiros, razão para a expulsão de Lucas e Thiago Neves.

kum.jpgA Argentina hoje só não é melhor do que o futebol brasileiro no feminino. Ganha mais as competições com clubes, tem seleções superiores, da base à principal, passando pela olímpica. Por isso, vai bem nas eliminatórias, bateu o recorde de vitórias seguidas em Jogos Olímpicos - 11, entre Atenas e Pequim - e disputará o bicampeonato, sábado, contra a Nigéria, que hoje goleou a Bélgica por 4 a 1. Por sinal, reedição da final de Atlanta, vencida pelos africanos.

Já nós, brasileiros, vamos ficar discutindo porque perdemos para a Argentina. E não enxergaremos o óbvio. Hoje somos piores. Temos uma boa seleção, mas que é inferior a deles. E, sinceramente,  Dunga não é o maior culpado desta vez. Convocou um bom grupo e, reconheço,  cometeu erros, como não escalar os dois Thiagos, além de não ter conseguido dar padrão tático adequado ao time. Mas perdemos porque, infelizmente, em condições normais, estamos muito mais perto disso atualmente, nos confrontos contra os argentinos. Nos falta a humildade para reconhecer isso. E a simplicidade de entender que o futebol é cíclico e não tem dono. Quem joga melhor, ganha. E hoje, a Argentina foi (e é) melhor.

Assim mesmo, as Olimpíadas foram úteis para mostrar que temos jogadores jovens de muito potencial, principalmente para o meio de campo. Se existe um legado do fracasso de Pequim, é saber que temos volantes olímpicos superiores aos da seleção principal. Hernanes, Anderson e Lucas merecem uma promoção. Urgentemente.

19rg.jpgQue nossos jogadores tenham fair-play para ganhar o bronze contra a Bélgica. Receio que nossa tradicional pose e marra atrapalhem esse projeto. O ouro ficará para outra vez. Quem sabe quando o Brasil tenha, de fato, uma Seleção melhor do que a dos principais adversários. Hoje está longe de ter.

Desempate de ouro

Seg, 18/08/08
por Lédio Carmona |

Brasil e Argentina se encontrarão pela 88º vez nesta terça-feira - 33 vitórias de cada um e 21 empates. Confronto que já teve sede em Londres, Hannover, Frankfurt, Turin, Maracaibo, Lima, Buenos Aires, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte… E agora no Estádio dos Trabalhadores, em Pequim. Certamente o duelo mais importante dos últimos 18 anos para a Seleção Brasileira. O porquê todos devem saber. A medalha de ouro é o que resta à nossa extensa galeria de títulos - os hermanos a conquistaram há quatro anos, em Atenas, portanto, têm “apenas” a missão de acabar com a má fase diante do Brasil.

Dessa vez não há favoritos. Tanto Brasil quanto Argentina venceram, mas não convenceram. No papel, aliás, é o que temos de melhor nos últimos tempos - há quem diga que a seleção olímpica é melhor que a principal. Os eternos rivais, no entanto, possuem jogadores decisivos. Sinto a falta de alguém com as mesmas características de Messi e Riquelme. Nada que impeça mais um triunfo verde-e-amarelo. Até porque estamos invictos há três anos - a última derrota ocorreu nas Eliminatórias-2006, no Monumental de Nuñez. Amanhã, às 10h (horário de Brasília), será de roer as unhas.

Eis as escalações:

Argentina: Romero; Zabaleta, Pareja, Garay, Monzón; Gago, Mascherano, Di María, Riquelme; Messi e Agüero. Técnico: Sergio Batista

Brasil: Renan; Rafinha, Breno, Alex Silva, Marcelo; Hernanes, Lucas, Anderson, Diego; Ronaldinho Gaúcho e Rafael Sobis. Técnico: Dunga

As comparações são livres. Na minha modesta opinião, a Argentina venceu por 7×4.

PS: dados oficiais do site zerozero.pt.

Colaborou Victor Canedo

Elas conseguiram!!!

Seg, 18/08/08
por Lédio Carmona |

As meninas conseguiram. Depois de um início terrível, quando Prinz aproveitou-se do erro de Ericka para fazer 1 a 0, e Mittag e Behringer quase aumentaram, Martha, Cristiane & Cia conseguiram se estabilizar em campo, foram para cima das alemãs e chegaram ao empate ainda no primeiro tempo. Exatamente aos 43 min, quando Cristiane fez boa jogada pela esquerda, Marta tentou chutar tudo e Formiga, de primeira, empatou, finalmente vazando a quase instransponível Angerer, que não levara gol nem na Copa do Mundo, ano passado, e até hoje, nos Jogos de Pequim.

No segundo tempo, o Brasil voltou com personalidade, confiança e muito rimo de jogo. Movimentação, troca de posições e rapidez absolutas. Daniela Alves, Simone, Formiga, Cristiane e Marta jogavam demais. Aos 4 min, passe de Marta para Cristiane: 2 a 1 - décimo gol de Cristiane nos Jogos. Mesmo número de Prinz, ambas são as recordistas. Aos 8 min, golaço de Marta, sem ângulo, surpreendendo Angerer. Uma atuação perfeita.

As alemãs tontearam. Ainda tentaram reagir. Mas não tinham mais forças. Só para levar mais um golaço de Cristiane, consumando a sua marca olímpica. Placar: 4 a 1. Goleada histórica. Finalmente vencemos a Alemanha, de Prinz, em grande e definitivo estilo. Vamos à final em Pequim contra os Estados Unidos, que golearam o Japão por 4 a 2.

As meninas nunca estiveram tão perto da glória definitiva. A hora é essa. Queremos a revanche, por causa da perda da medalha de ouro para as americanas, em 2004. Elas querem a forra, em resposta à surra que levaram na semifinal da Copa do Mundo, ano passado. Jogaço.

Que Marta, Cristiane & Cia se consagrem e vençam de vez a má vontade da turma que nada faz para que o futebol feminino cresça dentro do país.

Elas merecem.

Foi lindo!

A guerra de Shenyang

Sáb, 16/08/08
por Lédio Carmona |

Guerra em Shenyang. Assim foi o confronto entre Brasil e Camarões pelas quartas-de-final dos Jogos de Pequim. No fim, 12 cartões amarelos, um vermelho (Banning), 0 a 0 no tempo normal e uma corajosa vitória brasileira na prorrogação: 2 a 0, gols de Rafael Sobis, após belíssimo lançamento de Diego, e Marcelo, completando meio sem jeito, mas com estilo inusitado, uma boa tabela entre Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves.

O Brasil está nas semifinais. O adversário será a Argentina, que, também na prorrogação, fez 2 a1 na Holanda (Messi, Bakkal e Di Maria). Um clássico, como sempre, espetacular e sem favoritos. Enquanto isso, a Itália se foi ao perder por 3 a 2 para a Bélgica. O adversário dos belgas é a Nigéria (2 a 0 na Costa do Marfim, gols de Odemwingie e Obinna.

Mais uma vez o Brasil não fez uma grande partida. Mas jogou mais. Quis mais. Procurou mais. Camarões passou o jogo distribuindo bordoada, provocando os brasileiros e pouco foi à frente. Tem um time pobre tecnicamente, bem inferior aquele, comandado por Geremi e Eto´o, que venceu e eliminou o Brasil nos Jogos de Sidney. Todo fechado, o time camaronês se defendia como dava. E atacava a conta-gotas.

A questão é que o Brasil segue com controle das partidas, mas lento, sem abrir o jogo pelos lados, com Ronaldinho Gaúcho ainda vivendo de lampejos e com um centroavante isolado. Hoje, após a barracão de Pato, a bola da vez foi Rafael Sóbis. Insisto que Thiago Neves deveria ser titular. E que Diego e Ronaldinho Gaúcho, limitado ao lado esquerdo, deveriam encostar mais na frente. E os laterais, principalmente Rafinha, deveriam arquivar de vez a timidez.

Mesmo assim, o Brasil foi melhor. E venceu os desleais camaroneses na prorrogação e conseguimos a tal revanche por causa de 2000 (muita embora eu dê importância zero a isso). E, mesmo assim, seguimos em frente. Com um pouco mais de ajustes e coragem, dá para sonhar. É possível. E mais do que viável.

As quartas olímpicas

Qua, 13/08/08
por Lédio Carmona |

Nada a comentar sobre o amistoso de hoje cedo, no qual tive o prazer de trabalhar mais uma vez ao lado do ótimo amigo Jota Junior: Brasil 3 x 0 China, gol de Diego (melhor em campo) e dois de Thiago Neves (um de falta e outro de fora da área). O Brasil fechou a fase inicial em primeiro lugar no Grupo C. E, agora, enfrenta Camarões nas quartas-de-final. Um rápido pitaco sobre cada um dos confrontos.

Brasil x Camarões - Dos 18 convocados da equipe africana, 14 jogam na Europa. Mas Camarões não tem mais a técnica e leveza dos anos 80, nem a velocidade mostrada nos Jogos de Sidney, em 2000, quando eliminou o Brasil nas quartas e ganhou o ouro. É um time mecânico, duro, que marca forte, e tem Alexandre Song, defensor do Arsenal, e Aurelien Chedju, meia do Lille, como seus destaques. É um jogo perigoso, mas acredito que o Brasil avance. Com dificuldades, mas passa. Nosso time é melhor. E ousa mais. Apesar do vício de só jogar pela esquerda e da acomodação de Alexandre Pato na frente.

Argentina x Holanda - No papel, a Argentina é um timaço, embora ainda não tenha encantado. Ganhou de Austrália, Sérvia e Costa do Marfim com dificuldades. A defesa é apenas razoável, os alas atacam pouco e Ustari me parece mais um goleiro inseguro da nova safra portenha. A diferença fica por conta dos volantes, Mascherano e Gago, e do quarteto Riquelme-Messi-Aguero-Lavezzi. A Holanda mistura veteranos, como Makaay, com jovens, como Babbel, Maduro, Drenthe e Emmanuelsson. Não empolgou ninguém até agora. E por pouco não fica na primeira fase. Vai dar Argentina.

Costa do Marfim x Nigéria - Ainda não vi a Nigéria jogar. Mas, ao notar o elenco, me incomoda ver um atacante comum e insosso, como Odenmwingje, do Lokomotiv, como referência na frente. Observei bem a Costa do Marfim contra a Argentina, jogo no qual não mereceu perder. Kalou, Gervinho e Sekou Cissé formam ótimo trio de frente. Eu aposto nos marfinenses.

Itália x Bélgica - O time da Bélgica é duro como uma rapadura. Vai jogar pelo empate, para decidir na prorrogação e, melhor ainda, nos pênaltis. Mirallas é a esperança, mas tem fama de perdedor nato de gol. Imagine, então. A esperança da Azurra é o garoto Giovinco. Pouco, mas suficiente para a Itália passar de fase. Mas não para ir à final.

Prováveis semifinais:

Argentina x Brasil/Costa do Marfim x Itália

Final: Costa do Marfim x ?

Dia de Cristiane

Ter, 12/08/08
por Lédio Carmona |

Apesar da animadora atuação de Cristiane - seria o Adriano versão feminina? - a Seleção Brasileira teve mais uma atuação sonolenta. A Nigéria saiu na frente, com Nkwocha, de pênalti. O Brasil virou naturalmente, sem o menor esforço, ainda na primeira etapa. A artilheira da última Olimpíada e terceira melhor jogadora do Mundial-2007 deixou sua marca três vezes. Claro, com enorme contribuição do sistema defensivo nigeriano - em especial a atabalhoada goleira Dede. Aliás, é difícil encontrar quem passe segurança com as luvas no futebol feminino em geral.

As comandadas de Jorge Barcellos ainda devem um futebol próximo ao do último mundial. Marta, a melhor do mundo, também. Prefiro acreditar que está se resguardando para o provável encontro na semifinal diante da Alemanha. Até porque a Noruega não deverá oferecer muita resistência. Bom para os EUA, que têm caminho aberto até a final - a China - minha aposta contra o Japão - tem o apoio da torcida, mas não me convence. Apesar de que a minha aposta do ouro está na nossa chave. Brasil ou Alemanha. Torço por uma revanche digna.

Partidas das quartas-de-final:

Estados Unidos x Canadá

China x Japão

Brasil x Noruega

Suécia x Alemanha

Colaborou Victor Canedo

Valeu a pena

Dom, 10/08/08
por Lédio Carmona |

Há muito não se via uma atuação tão segura da Seleção Brasileira. Claro, não devemos superestimar a fraca Nova Zelândia, sem ambição alguma na competição. Mas Ronaldinho & Cia certamente não renderam arrependimentos a quem acordou cedo. Pelo contrário. Quem logo despertou viu Anderson marcar, aos 3 minutos de jogo. Apesar do gol, o meio campista não se destacou. Apenas burocrático. Assim como Diego, que até participou mais da partida – porém, falta audácia ao jogador do Werder Bremen. Os destaques da primeira etapa foram mesmo Ronaldinho e Marcelo. Foi ali, na esquerda, que saiu o segundo, aos 33, na cabeçada certeira de Pato.O segundo tempo foi ainda melhor. Em 16 minutos Ronaldinho já havia marcado duas vezes. Dunga então pôs Ilsinho, Thiago Neves e Rafael Sóbis. Ainda deu tempo para o atacante ex-Colorado deixar o seu. Saldo positivo. E a comemorar, principalmente, a volta feliz e magnífica do papai Ronaldinho – o nosso diferencial para a conquista do tão desejado ouro.

A Argentina, no entanto, sofreu para vencer. O gol sofrido de Lavezzi, após passe de Di Maria, saiu a apenas 15 minutos do fim. 1 a 0 magrinho sobre a Austrália. Embora esteja longe de descartar quaisquer chances dos hermanos, sempre fortes com Messi e Riquelme. A Itália também voltou a vencer – 3 a 0 sobre a Coréia do Sul. Muito provavelmente enfrentaremos a seleção de Camarões – algoz das Olimpíadas de 2000, em Sidney.

Colaborou Victor Canedo

Acordem, moças!

Sáb, 09/08/08
por Lédio Carmona |

09marta1.jpgNão gostei da Seleção Feminina de Futebol. Ganhou da Coréia do Norte por 2 a 1, gols de Daniela Alves e Marta, porque a goleirinha Jon deve ser muito fã das nossas meninas. Como é ruim a moça! Deu dois gols para o Brasil, suficiente para desmontar as asiáticas, que estavam melhores em campo. Um Brasil nervoso, de certa forma apático, caindo na pilha das adversárias e com uma ansiedade que epode atrapalhar mais à frente, quando o adversário foi pouco menos inocente do que o de hoje.Mas ainda dá para confiar. Até porque Marta veste a camisa amarela. E quem tem Marta, tem a melhor. Não dá para desprezar esse handicap.

Em tempo: a Alemanha também ganhou. E mal: 1 a 0 na Nigéria, gol de Stegmann. Deve ter sido um jogo medonho…

O solitário pato

Sex, 08/08/08
por Lédio Carmona |

soli.jpgMuita gente da mídia caiu de pau em Alexandre Pato após a estréia do Brasil, em Shenyang, contra a Bélgica. O garoto pode não andar muito inspirado, mas quero que me digam, sem medo de ser feliz, qual foi o centroavante que deu certo na Seleção Brasileira sob comando de Dunga. Qual?

O jeito de o time jogar, tanto profissional quanto olímpico, não ajuda. Pouca gente vai à frente e o pobre camisa 9 fica ali, ilhado. Diego deveria chegar. Ronaldinho Gaúcho poderia correr mais. Os laterais poderiam apoiar mais. Anderson poderia se projetar mais.

Acrescente um pouco de cada um desses ingredientes e garanto que a vida de Alexandre Pato (e de qualquer um) melhoraria.

Não queimemos o Pato.

Sem euforia

Qui, 07/08/08
por Lédio Carmona |

A expectativa era, enfim, de uma boa estréia da Seleção Brasileira. Depois dos amargurados testes diante do combinado de Cingapura e do Vietnã, o Brasil não fugiu muito do que havia apresentado. Nem o belo gol salvador de Hernanes, aos 31 da segunda etapa, pôde livrar a desconfiança que ainda ambienta, por ora, a seleção. Ronaldinho novamente não esteve inspirado. Um primeiro tempo ruim e o segundo, digamos, participativo. Muito pela expulsão de Kompany, aos 16 – Failanni, injustamente, teve o mesmo fim. Pouco para quem deseja ostentar no peito a tão sonhada medalha de ouro.

O melhor jogo do dia ficou por conta do duelo entre África e América do Sul. Costa do Marfim e Argentina proporcionaram uma partida mais que movimentada em Shangai. O gol de Acosta, no fim, deu a vitória aos hermanos, por 2 a 1. Mas os africanos jogaram até melhor em alguns momentos. Messi provou que sua convocação era necessária. Não só fez o primeiro, após lindo passe de Riquelme, como participou do segundo. Apesar de que ainda peca pela individualidade. Cisse, autor do gol marfinense – em falha de Ustari -, foi o que mais me chamou atenção na bem armada equipe do francês Gerard Gili.

Olho também na Itália, que derrotou a fraquinha Honduras, por 3 a 0. Giovinco, Rossi e Acquafresca anotaram para a azzurra.


Colaborou Victor Canedo


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