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Incontestável

Dom, 17/08/08
por Lédio Carmona |

17gremio.jpgDa mesma maneira que a alma despeitada do brasileiro tripudia dos resultados dos nossos atletas em Pequim, fazemos de tudo para botar para baixo quem merece elogios e uma melhor observação no Campeonato Brasileiro. Mas não. Preferimos simplificar, com nossas mentes obtusas, a vitória do Grêmio sobre o São Paulo por 1 a 0, no Olímpico (40.256 pagantes), gol de Perea, sob o simplório ponto de vista de que o lance decisivo do colombiano foi marcado em impedimento e que, dessa maneira, os gaúchos ganharam graças à arbitragem. Simplesmente patético.

O Grêmio ganhou do São Paulo por 1 a 0, gol de Perea, de fato, impedido, porque jogou melhor. Porque tem um meio de campo muito melhor do que o do adversário. Porque tem uma defesa tão boa quanto a do São Paulo, no ano passado, e que só levou 12 gols em 20 jogos. Por que tem um goleiraço. Porque tem William Magrão, volante que poucos dão valor, mas que corre o campo inteiro, marca e chega na frente. Porque tem um time disciplinado taticamente, que não joga bonito, mas sabe o que precisa para vencer, ou, no mínimo, chegar perto da vitória. Por tudo isso, o Grêmio ganhou um jogo chatíssimo, disputado num gramado encharcado, mas que, mesmo no cenário ruim, teve o vencedor correto.

O Grêmio não perde desde o dia 6 de julho. São 12 jogos invictos no Brasileiro. Venceu os últimos cinco jogos, dois deles fora de casa. O que o torcedor exigente quer mais? Ah, esqueci que o Grêmio tem o ataque mais positivo (36 gols) e é o time que mais ganhou (13). Eficiência ofensiva, sem ter um artilheiro brigando nas primeiras posições. Sinal de que o jogo é coletivo. Ainda não convenci vocês? Então, para fechar, com 73% de aproveitamento, o Grêmio precisará, segundo meus cálculos, de ganhar 50% dos pontos que tem a disputar para ser campeão. Nada mal para um time que não convence a tanta gente…

* O São Paulo? Esse sim, por mais que respeite e admire sua história e seu ótimo treinador, jamais me convenceu em 2008. Espirrou do G4 após perder uma partida da qual jamais deu pinta de que reagiria. Terá que jogar muito mais para jogar a Libertadores em 2009. Ainda dá? Claro que sim. Mas do jeito que está, não dará.

Há casamentos que, antes mesmo de serem consumados, davam pinta de que poderiam ter final feliz. Eu, pelo menos, sempre achei que Ney Franco tinha caixa para dar jeito no Botafogo. E que a Estrela Solitária poderia fazer do treinador um sujeito satisfeito com a relação. Não deu outra. Desde que houve o “sim” entre as duas partes, os alvinegros jogaram 10 partidas no Brasileirão. Ganharam 7, empataram 2 e só perderam 1 (São Paulo, no Morumbi). São cinco vitórias seguidas, a quinta hoje, na Ilha do Retiro, contra o Sport (1 a 0, gol de Jorge Henrique). E, vejam só, Ney Franco e o Botafogo dormirão os próximos dias no G4 (4º, com 34 pontos). Lua de mel mais do que perfeita.

* Sobre o jogo, confesso que já vi o Botafogo, de Ney Franco, jogar mais. Mas, como também já observei o Sport, de Nelsinho Baptista, funcionar melhor, ganharia quem marcasse primeiro. Foi o Botafogo, com Jorge Henrique. Pois é: quando a fase é boa, até Jorge Henrique acerta o gol. Que fase. Que amor. Que momento…

* Jogo duríssimo no Parque Antarctica (15.210 pagantes). É muito bem arrumado e treinado esse Coritiba, de Dorival Junior. Controla o jogo, não se desespera, sabe ficar com a posse de bola, e arrisca bem nos contra-ataques. Mas é duro fazer resultado na casa do Palmeiras. Lá, em 10 partidas, o time de Vanderlei Luxemburgo venceu nove. Hoje foi a nona: 1 a 0, gol de Alex Mineiro, de cabeça, na reta final da partida. Quando tudo parecia ainda mais difícil, pois os anfitriões jogavam com 10 (Fabinho Capixaba foi expulso). Mas veio o gol de Alex Mineiro. E, com ele, os três pontos.

O problema é que a equipe não tem regularidade. Fora de casa é um fracasso (30% de aproveitamento). Por isso está a sete pontos do Grêmio (3º, com 37). Mas o fator-campo lhe garante uma vaga no G4. Se o Palmeiras terá força para ir além, deixemos para responder mais à frente. Com a atual irregularidade, será difícil. Já o Coxa segue em oitavo, com 32. Uma ótima campanha para um clube que (está na cara) tem organização, planejamento e bom-senso.

* O empate invariavelmente é ruim para ambos. O Flamengo, no entanto, não tem do que se queixar depois do ponto conquistado (2×2) diante do Santos, na Vila Belmiro (15.359 pagantes). Saiu ganhando, aos sete minutos, num lance isolado - e sortudo - de Léo Moura. E só. Passou o resto do primeiro tempo acuado, sem opções ofensivas. Inclua aí Marcelinho Paraíba, apagado em sua estréia- talvez pela falta de ritmo. Não à toa Bruno foi o grande destaque da partida, mesmo com os dois gols de Kleber Pereira. A expulsão de Cristian no segundo tempo só reforça a satisfação rubro-negra ao conquistar o empate com o mesmo Léo Moura, de pênalti - estupidamente cometido por Domingos.

A lamentar a grave contusão sofrida pelo jovem promissor Maikon Leite. E, claro, a péssima fase santista. Já são quatro jogos sem vitória e quinze rodadas na zona de rebaixamento. Enquanto o time de Caio Júnior, mesmo sem vencer, manteve os dois pontos e distância do G4. E terá Juan de volta contra o Grêmio, no jogão de quinta-feira, no Maracanã.

* Tita deve estar querendo uma estátua em São Januário (5.387 pagantes). Ele conseguiu fazer com que a pavorosa defesa do Vasco jogasse bem contra o Internacional. Quase não falhou. O meio de campo esteve bem, principalmente Alex Teixeira e Madson. E o ataque, bem ou mal, sempre funcionou.

Soma-se tudo isso, ao bizarro lance de Clemer, que cometeu uma das furadas mais ridículas da história octogenária de São Januário, e chegamos à goleada de 4 a 0 do Vasco sobre o Internacional (Bolivar, contra, Edmundo, Eduardo Luís e Jean). Após três domingos sendo surrado, chegou o dia de o Vasco dar a sua coça! E foi de jeito. Tão forte que o tirou da zona do rebaixamento (15º, com 22). Que aproveite a fase e o bom astral de Tita para sair do buraco de vez por todas.

O Internacional cheio de novos jogadores é uma confusão só. Falta entrosamento, falta ritmo de jogo para os novos, como Daniel Carvalho e D´Alessandro, falta força física, falta liga com Tite. Infelizmente, o Internacional tem muitos bons jogadores, mas ainda não tem um time. Se terá um time a tempo de levá-lo à Libertadores, só um trabalho rápido e bem-feito garantirá. Eu, sinceramente, não acredito mais.

* A primeira etapa no Maracanã (12.666 pagantes) mostrou porque Fluminense e Atlético Mineiro habitam a parte debaixo da tabela há tantas rodadas. Passes errados a esmo, total falta de criatividade, faltas bobas… O tempo demorava a passar. Cuca então trocou o apagado Eduardo Ratinho pelo também ex-corinthiano Everton Santos. O Tricolor Carioca não melhorou. Mas, como atacava um pouco mais, marcou com Dodô, aos 16 da segunda etapa, após belo passe de Washington - um dos raros momentos de qualidade da dupla. A melhor chance do Atlético Mineiro veio com Petkovic, em escanteio cobrado na trave. Muito pouco. Somália ainda teve tempo para desperdiçar boas chances. O segundo tempo da equipe de Cuca não foi animador, porém eficiente. Justamente o que o Fluminense mais necessita. Já o Galo manteve a rotina de maus resultados longe de casa. Se o objetivo for somente escapar da segundona, o Atlético deve consegui-lo após algum esforço. Lamentável para um clube centenário e de muita tradição.

* O Goiás parece mesmo disposto a alçar vôos maiores. Mais uma boa vitória no Serra Dourada (4.083 pagantes). Dessa vez sobre o Náutico, de Roberto Fernandes, por 3 a 0. O alviverde não precisou nem de boas atuações de Iarley e Romerito - destaques até então. Gols de Paulo Baier, Paulo Henrique e Vítor - por pouco não o coloquei no Cartola FC. E 26 pontos somados, já na 11ª colocação - hoje estaria classificado para a Sul Americana. O Timbu, sem qualquer reação, voltou à zona de rebaixamento. Possuí o pior ataque da competição, com apenas 20 gols marcados. É bom vencer o jogo-chave diante do Fluminense, quarta-feira, nos Aflitos.

Colaborou Victor Canedo

Cuca & Marcelinho

Seg, 11/08/08
por Lédio Carmona |
categoria Flamengo, Fluminense

* Cuca  será o novo treinador do Fluminense. A contratação dá margem para três constatações:

1. O Fluminense, na hora de trocar de treinador, foi mais ousado do que o Vasco.

2. Cuca é o ideal para o Flu.

3. O Flu nao é ideal para Cuca. Desgastado após ano ruim, o melhor para ele seria descansar até o fim de dezembro e assumir um time em janeiro. Dirigir três times no mesmo campeonato é muito desgaste para um só treinador. O máximo que pode acontecer com ele será tirar o Flu da zona do rebaixamento. Mas, por outro lado, ele também corre risco de cair, o que prejudicaria em muito sua imagem já desgastada.

Em resumo: hoje, Cuca é bom para o Flu. Mas o Flu não é bom para Cuca.

* Explicaria o porquê da opinião controversa ao Marcelinho Paraíba no Flamengo hoje. Pois bem. O jogador de 33 anos chega volta ao Brasi depois de sete temporadas na Europa. Pesa a favor ser um jogador com características semelhantes às de Marcinho. Pesa contra depender demais do físico para render. E, apesar de ser eleito o melhor jogador da Bundesliga em 2005/2006, hoje é uma incógnita. Até porque se ainda interessasse o Wolfsburg não o liberaria facilmente. Vide casos de Vagner Love e Felipe.

A conferir. Pode dar certo. Mas não acredito que seja solução para os problemas de Caio Júnior.


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* Diogo, o atacante-revelação da Portuguesa, terá sua venda para o Olympiakos, da Grécia, anunciada amanhã. Fala-se em R$ 24 milhões de reais. É para vender logo. Não dá para discutir. Clube brasileiro, infelizmente, não tem como dizer não a tanta grana. Uma pena. Mais um. E esse, infelizmente, só veremos pela TV na Champions League.

 * A última: Mario Sergio é o novo treinador do Atlético Paranaense. O que eu acho? Não gostei. Mas gosto não se discute. 

Jogo dos contrastes

Qua, 06/08/08
por Lédio Carmona |

Quarta-feira nada agradável para Santos, Vasco e Flamengo. Crises, lesões e ao menos duas quedas de técnicos – Antonio Lopes e Cuca; Pintado na corda bamba – marcaram a última noite. Que também teve gente sorrindo. Casos de Grêmio, Fluminense e Atlético Mineiro. Os empates estão cada vez mais escassos. Nada mais natural que o jogo dos contrastes entre em cena no Brasileirão. Vamos aos jogos:

*Pobre torcedor do Vasco. Sofre em busca de dias melhores. Pede mudanças. Quer time. E, em compensação, ganha uma defesa com Anderson (quem indicou?), Jorge Luis e Vitor; e um inacreditável meio de campo, com Marquinho, Rodrigo Antonio e Madson. Feliz torcedor do Coritiba. O time é bom, bem treinado, tem padrão tático, bons apoiadores, como Carlinhos Paraíba e Alê, e um atacante excelente, chamado Keirrison, autor do segundo gol na vitória por 2 a 0, em São Januário (6.657 pagantes). João Henrique marcou o primeiro.

Pobre torcedor do Vasco. Amarga as escalações erradas de Antonio Lopes, não entende como Alex Teixeira pode ser reserva de Marquinho. E talvez, a partir daí, entenda melhor como seu time perdeu 9 jogos em 18 disputados e está perto da zona do rebaixamento. Entrar nela é questão de tempo. Feliz torcedor do Coritiba. Com a terceira vitória seguida fora de casa (Náutico, Santos e Vasco), o time chegou aos 29 pontos e, além de provar ser o melhor do Paraná, está muito perto do G4. Feliz torcedor do Vasco, que comemora a saída de Antônio Lopes. O elenco, como de conhecimento geral, é fraco. Não possibilita muitas pretensões, no máximo um meio de tabela. Mas não havia mais espaço para erros do ex-técnico vascaíno. Resta saber o substituto - Tita é um dos mais cotados. Trabalho, certamente, ele terá.

* 14 jogos: 3 vitórias, 4 empates e 7 derrotas. Este terrível retrospecto é referente à passagem de Cuca no Santos. Hoje, após mais uma decepção, o treinador não resistiu no cargo. Decepção que tem significado inverso para o Atlético Mineiro. Com gols de Jael, Márcio Araújo e Rafael Aguiar, o Galo virou para cima do Santos - Kleber Pereira e Vinicius (contra) -, por 3 a 2, em plena Vila Belmiro (6.657 torcedores). E não só conquistou sua primeira vitória fora de casa, como se distanciou da temida zona de rebaixamento. Um alento à equipe do efetivado Marcelo Oliveira.

O mesmo não vale para o alvinegro praiano, que há uma semana ameaçava uma tímida reação. Mas as duas derrotas seguidas em casa expuseram – novamente - as fraquezas do elenco santista, estacionado nos 17 pontos. A zaga, mesmo com a chegada de Fabiano Eller, continua fraquíssima – vide terceiro gol do Atlético. O ataque continua a perder gols. E, Kleber, destaque das boas campanhas de 2006 e 2007, é o símbolo da desilusão. Seja no meio-campo ou na lateral. Fala-se em Gallo como solução. Enquanto isso, rios de dinheiro são desperdiçados em jogadores inúteis no elenco. Só não pergunte sobre reforços aos vândalos que se dizem torcedores. O estrago pode ainda ser maior.

* O empate no Serra Dourada (39.200 pagantes) já não agradava o Flamengo, abalado com os recentes acontecimentos. Mas a fase é tão ruim que o Goiás encontrou o gol da vitória com Iarley, aos 46 minutos da segunda etapa. Gol que só agrava a crise rubro-negra. Já são sete jogos sem vitória, e no próximo sábado terá de enfrentar o Atlético Paranaense com oito desfalques. Ao menos Juan, um dos únicos lúcidos do time ao lado de Airton, jogará. Ontem, o lateral não só sofreu o pênalti – bem cobrado pelo apagado Léo Moura -, como participou das principais chances de perigo do Flamengo. Mas a zaga já havia falhado no primeiro gol de Iarley – idêntico ao de Guilherme no último domingo – e erraria no segundo. A equipe de Caio Júnior ainda encontrou a trave em duas oportunidades – Jaílton e Henrique (contra) -, mas não resistiu à pressão.

O rubro-negro vive, de longe, o pior momento em sua fase recente. Só não se sabe até quando a bruxa – ou bruxos que soltam bombas – irão rondar a Gávea. Acreditem, há como ficar pior. Embora eu não acredite que a diretoria irá ficar de mãos atadas. Já o instável Goiás aproveita o fator casa. Até agora, suficiente para deixá-lo afastado da zona de rebaixamento.

* Esperava-se mais do líder diante do lanterna, em casa. O Grêmio esteve longe de mostrar o bom futebol de outrora, foi pressionado durante parte do jogo, mas conquistou mais três importantíssimos pontos na luta pelo simbólico título do primeiro turno. Perea – a dúvida fica se Marcel tocou na bola, caracterizando o impedimento -, logo aos três minutos, marcou o único gol da partida. O Ipatinga parecia não se importar. Por incrível que pareça, impôs o seu ritmo e por pouco não empatou – Victor, assim como no domingo passado, fez grande defesa. A equipe de Celso Roth acordou na segunda etapa. As entradas de Souza e Felipe Mattione – que gol perdido! - melhoraram consideravelmente o Grêmio, mas o magro resultado satisfez os 28.137 pagantes no Olímpico. Bom para o Tricolor Gaúcho, ainda soberano na liderança – oito pontos à frente do quarto colocado. Já o Tigre, apesar da melhora dentro de campo, perdeu como (quase) sempre. E permanece com os míseros 13 pontos, ostentando a lanterna. Como é difícil imaginar o Ipatinga na Série A em 2009…

* Renato Gaúcho abdicou dos três volantes. Não mais improvisou na lateral. E com Washington novamente inspirado, o Fluminense repetiu o placar do duelo das quartas-de-final da Libertadores: 3 a 1, no mesmo Maracanã (8.515 pagantes). Hugo abriu o placar no início de uma movimentada segunda etapa. Já o primeiro tempo só foi notado quando a torcida tricolor protestou – pacificamente, diga-se – ao adentrar a arquibancada carregando caixões e cruzes. O resultado, até certo ponto surpreendente, tem lá suas justificativas. Muricy errou tanto na escalação como nas substituições – o lateral-direito Éder cometeu pênalti prá lá de infantil. Jean, que teve boa atuação diante do Vasco, só foi entrar na segunda etapa. Richarlyson continua errando e muito. E o hoje acomodado São Paulo pode deixar o G4 caso o Vitória empate com o Palmeiras, no Palestra Itália. Enquanto o por ora ofensivo Fluminense vê uma luz no fim do túnel – acesa pela lanterna do Ipatinga, rival de domingo.

* Sobrevida ao Atlético Paranaense. No duelo dos desesperados, o Furacão derrotou o Náutico, por 2 a 0 – um em cada tempo -, na Arena da Baixada (12.142 pagantes). Rafael Moura – pasmem! – e Danilo anotaram. Maurinho – aquele mesmo – ainda foi expulso no Timbu. Enquanto um novo técnico não é anunciado, o interino Tico tem de se virar com o que tem. A sorte foi ter enfrentado uma equipe tão desqualificada quanto o rubro-negro da baixada. Ambos não me convencem. E Pintado já balança no cargo. Nunca é demais ressaltar o erro da direção alvirrubra ao demitir Leandro Machado – na época, o Náutico disputava uma vaga no G4. Hoje, ocupa a primeira vaga da zona de rebaixamento. Erros que não são perdoados.

* O Sport apenas exerceu o mando de campo para vencer a abatida Portuguesa, na Ilha do Retiro. Resultado até previsível. A Lusa já acumula sete derrotas fora de casa, enquanto o Leão alcançou o sexto triunfo como mandante. Roger e Bruno Rodrigo (contra) marcaram em cada tempo. Inúmeras chances desperdiçadas. Sérgio ainda defendeu pênalti de Luciano Henrique. Pouco para a equipe de Valdir Espinosa, que, sem Diogo, não aspira confiança alguma – e vai brigar contra o rebaixamento. No tamanho para o time de Nelsinho, na oitava colocação – e já na Libertadores de 2009.

Colaborou Victor Canedo

Calvário Tricolor

Sáb, 02/08/08
por Lédio Carmona |

* Há exato um mês o Fluminense vivia uma das maiores expectativas de sua história. O título da Libertadores não veio. E o que se viu foram erros e muitos erros durante o mês de julho. Agosto, pelo visto, começou do mesmo jeito. O Internacional, no entanto, nada tinha a ver com isso. Soberbo, Nilmar aprontou novamente e marcou os dois da vitória do Colorado por 2 a 1, no Maracanã. Aliás, o adjetivo encaixa-se perfeitamente para o volante Guiñazu, que rejeitou a proposta dos árabes e continua no time. Time que promete. Mas ainda com algumas ressalvas. Tite recuou demais a equipe na segunda etapa. Cansado, por pouco o Internacional não sofreu o empate de um horrível Fluminense. Mas, como já dito aqui neste espaço, irá melhorar consideravelmente. Novas vitórias fora de casa virão. O quarteto ofensivo promete. Basta esperar e secar. Já neste domingo, para que o Internacional – hoje com 25 pontos – não se distancie do G4. E digo mais: quem vencer o gre-nal da Sul Americana tem tudo para ir longe. Desde que ela não seja desprivilegiada, é claro.

Uma reunião entre Renato e diretoria optou pela continuidade do técnico no comando do Fluminense. Não sei até que ponto a decisão é benéfica – hoje, mais uma vez, escalou mal e mexeu pior. O grupo precisa de nova injeção de motivação – além dos reforços que estão para chegar. O elenco, tão aclamado nos primeiros seis meses, ainda é praticamente o mesmo. Muito embora os Thiagos representem boa parte dos méritos na Libertadores. Em suma, você vota para a saída ou permanência de Renato? Dê a sua opinião e solução.

* Veja como é o futebol. Na última quarta-feira a Portuguesa apresentou-se de forma convincente diante do Fluminense, no Canindé. Enquanto o Goiás sofreu contra o Botafogo, no Engenhão. Nada que um simples sábado volte a mudar o rumo da competição. O alviverde – com atuação de gala de Júlio César - atropelou a Lusa, por 4 a 0, no Serra Dourada (2.797 pagantes). O lateral esquerdo marcou dois e viu Iarley e Romerito decretarem a goleada. Hoje o ataque de Hélio dos Anjos funcionou. E o Goiás pode subir seis posições ao término da rodada. Já o time de Valdir Espinoza corre o risco de entrar na zona de rebaixamento. E não fugirá muito disso no restante do ano. É o vai-e-vem chamado Campeonato Brasileiro.

* Sete jogos. É o tempo que o Náutico não conquista uma vitória. Neste sábado, foi presa para mais um adversário do meio da tabela: Figueirense. Que não teve trabalho para fazer dois gols com Rafael Coelho ainda na primeira etapa. Gilmar, de pênalti, descontou. Mas faltaram forças para o empate, mesmo com um a mais (Bruno Aguiar foi expulso). É o preço que o Timbu paga por trocar de técnico na hora errada. E que provavelmente terminará a 17ª rodada na zona de rebaixamento. Já o Figueira, depois do baque, anuncia uma recuperação. Embora enfrente Botafogo e Internacional na seqüência do primeiro turno.

Colaborou Victor Canedo

Central de boatos (e verdades) do futebol mundial

Sex, 01/08/08
por Lédio Carmona |

* O Fluminense começa, lentamente, a dar sinais de recuperação. Depois das contratações de Eduardo Ratinho e Everton Santos, o clube acertou com o muito bom volante Urrutia, capitão da LDU, campeã da Libertadores. Patrício Urrutia marcou há pouco tempo um golaço no Monumental de Nuñez pela seleção equatoriana. Não é propriamente um volante de contenção, mas creio que seja senso comum a superioridade em relação a Fabinho, Ygor e afins. E fará proposta por Leandro Lima, ex-São Caetano, emprestado ao Vitória de Setúbal no último mês. O saldo das contratações poderia ser um pouco melhor, apesar de acreditar na retomada da equipe de Renato Gaúcho.

* O rival Flamengo também se movimenta. Depois da apresentação de Vandinho, outra esperança de gols ganha força no ataque: Vágner Love. O jogador trabalha silenciosamente para conseguir a difícil liberação do CSKA – que já perdeu Jô e Daniel Carvalho -, por empréstimo de um ano. Os russos batem o pé. Seria justamente o que o time de Caio Júnior precisa. Enquanto esteve no Brasil, não decepcionou. Artilheiro da Série B de 2003 e do Campeonato Paulista de 2004. A torcida palmeirense que o diga. A conferir os próximos capítulos.

* Novas no Internacional. O artilheiro da Série B, Luiz Carlos, com 12 gols, foi contratado para o ataque. Como sua multa era de apenas R$ 100 mil, a transferência do jogador, ex-Ceará, correu rapidamente. O Goiás também tinha interesse no atacante. Vale destacar que Luiz Carlos, de 27 anos, já rodou o país: Coritiba, Vasco e Paysandu são times em seu currículo. Mas o que alguns gols na segunda divisão não fazem… O futebol, além de uma benção, é um ciclo vicioso.

A diretoria se prepara para uma possível saída de Nilmar ou Alex. Liédson, artilheiríssimo do Sporting, foi procurado. O atacante, que só volta em outubro devido à lesão no joelho, possuí contrato com os Leões até 2010. A multa rescisória está avaliada em € 20 milhões. Nada fácil. Mas todo esforço será válido.

Faltava a notícia desanimadora. O volante Guiñazu deve se despedir do Colorado diante do Fluminense, sábado, no Maracanã. O Al-Jazira, do técnico Abel Braga, ofereceu R$ 7 milhões. Há quem diga que tudo está concretizado. A equipe de Tite perde. Não há jogador no elenco tão eficiente na marcação e que ainda apóie como o gringo. Uma pena que o mundo árabe seja o destino de muitos dos bons jogadores que se destacam por terras brasilis.

* Morais irá mesmo deixar o Vasco. A diretoria decidiu nesta sexta-feira estar aberta para receber propostas. O clima já não era nada agradável. O jogador não resistiu à pressão e abandonou a concentração do clube para a partida diante do Atlético Mineiro na última quarta-feira. A pergunta que não quer calar: você gostaria de um jogador como Morais em seu time? Opine.

* Fellype Gabriel está muito próximo de retornar ao Brasil. Mais especificamente à Portuguesa, de Valdir Espinoza. A Lusa carece de meio campistas em seu elenco. No entanto, o ex-rubro-negro – aliás, será que tinha vaga no Flamengo? - ainda precisa se livrar do estigma de promessa que o persegue. Pode dar jogo.

* O Chelsea ainda quer Robinho. A transferência, no entanto, tem o seu elevado grau de dificuldade. Os valores girariam em torno de € 40 milhões. Mas antes o Real Madrid precisaria encontrar um substituto – fala-se em Van der Vaart. A novela deve ter o seu último capítulo no fim de agosto, mas o final promete ser feliz para Felipão. Dinheiro é o que não falta para Roman Abramovich. E Robinho é o atacante de mobilidade que o Chelsea precisa.

Colaborou Victor Canedo

O enigma

Qui, 31/07/08
por Lédio Carmona |
categoria Fluminense

rgg.jpg“ Quando perde, a culpa é sempre do treinador”.

“ Quando o time ganha, quem menos leva os louros é o treinador”.

Renato Gaúcho repetiu essa lamurioso discurso ontem, após a nona derrota do Fluminense no Campeonato Brasileiro. Por sinal, o time de Renato Gaúcho, que ele disse que brincaria no Brasileirão, está há 15 rodadas na zona do rebaixamento. Dura a vida do treinador no Brasil. São mesmo vítimas. Como sofrem. Mas, apesar de concordar com tudo isso, sempre me pergunto: por que todo mundo quer ser treinador no Brasil?

Um dia ainda entenderei…

Central de boatos (e verdades) do futebol mundial

Seg, 28/07/08
por Lédio Carmona |

* Novas no Internacional. A direção confirmou o esperado acerto com Daniel Carvalho, do CSKA, por empréstimo, até dezembro. Um excelente meia-atacante, que andava sumido, e certamente terá os olhares atentos de Jorginho e Dunga. Quem agradece é a torcida. Mas é bom correr para não se distanciar dos líderes. E para quem não se recorda muito bem, assista ao vídeo acima com alguns dos ótimos momentos de Daniel Carvalho pelo CSKA.

 

No entanto, o caso Nilmar-D’Alessandro ainda promete capítulos. O Zaragoza já declarou segurar ao máximo o argentino até que o Internacional aceite a proposta ainda não oficializada de € 12 milhões pelo atacante. Ou seja, a vinda de um muito provavelmente coincide com a saída de outro. E a troca não é boa para o Colorado, apesar da diferença de dólares no caixa, que pode faturar ainda mais nesta semana. Mas o assessor Fernando Carvalho declarou que Nilmar não sai. Já os destinos do atacante Wellinton, emprestado ao Náutico, e do volante Guiñazu devem ser decididos nos próximos dias. O Internacional receberia € 2,4 milhões pelo primeiro e € 4 milhões pelo segundo. A conferir.
Nota atualizada: segundo o ex-presidente e assessor Fernando Carvalho, o Zaragoza liberou D’Alessandro para o Internacional. Junto a um investidor, o Colorado pagará US$ 5,5 milhões por 100% do passe do jogador, que ainda não tem data oficial para se apresentar.

* O Flamengo promete ainda nesta semana reforçar o elenco após as perdas de Renato Augusto, Marcinho e Souza. Os acertos com Vandinho e Eltinho estão próximos. O artilheiro já marcou 27 gols nesta temporada, atual terceiro maior artilheiro da temporada. Enquanto o lateral-esquerdo viria como reserva de Juan. Já Felipe continua tentando liberação junto ao Al Sadd, do Qatar. A torcida está dividida. Mas é inegável que o rubro-negro necessite urgentemente de gols – já acumula quatro jogos sem vitória.

* O rival Fluminense vive o mesmo dilema. Embora a situação esteja pior. O time carece urgentemente de reforços, mas apenas Eduardo Ratinho foi confirmado. O dirigente Branco embarcou para a Europa na esperança de fechar com o atacante Everton Santos e o meia Fabrício, ex-Atlético Paranaense. Enquanto um representante está na Argentina para negociar com Dátolo e Castroman, ambos do Boca Juniors. O clube ainda aguarda por Mineiro. A situação não é nada fácil. E, hoje, a realidade é a zona de rebaixamento.

* O Goiás acertou a contratação do volante Frédson, ex-Espanyol. O jogador defendeu o São Paulo na última temporada, mas uma séria lesão o atrapalhou e acabou sem o contrato renovado. Gostei. Boa aquisição do alviverde.

* O irlandês Robbie Keane é o novo reforço do Liverpool. Os Reds pagaram cerca de € 25 milhões pelo ex-atacante do Tottenham, clube que defendia desde 2002. O jogador não é unanimidade, mas pode fazer boa companhia a Fernando Torres. Até agora o melhor reforço da equipe de Rafa Benítez para a temporada 2008/2009.

* Ainda na Inglaterra. O Manchester United oficializou a contratação do argentino Tevez por incríveis 100 milhões de reais. O jogador, de 24 anos, estava emprestado aos Red Devils por um grupo de empresários. Valor recorde, que supera os R$ 95 milhões do Chelsea ao Milan pelo atacante Shevchenko. E o Corinthians, que praticamente o entregou de graça ao West Ham, ficou a ver navios.

* A Internazionale sonhava com Lampard. Mas teve de se contentar com o apoiador ganês Muntari, ex-Portsmouth. O que não é de todo mal. Muntari, que chega por € 16 milhões, é um apoiador que trará qualidade ao time de Mourinho. Embora ainda falte quem decida partidas. Mas os nerazurri são favoritos em qualquer competição que disputem.

Colaborou Victor Canedo

Passeio no Maracanã

Sáb, 26/07/08
por Lédio Carmona |

Há tempos não se via um claro domínio no Maracanã (13.808 pagantes). O Fluminense até ficou bastante tempo na frente do placar pelo fraquíssimo futebol apresentado. Washington, de pênalti, abriu o logo aos 10 minutos. Mas o Cruzeiro, mesmo fora de casa, tomou as ações da partida. Os laterais da Raposa tinham total liberdade. E a facilidade para tocar a bola era notável. De se espantar somente a escalação da equipe de Renato Gaúcho - que atuava em casa - com três zagueiros e dois volantes de contenção, sendo esses Ygor (!) e Fabinho. Claro, inúmeros desfalques acabaram atrapalhando da vida do treinador. Nada que pudesse influenciar numa escalação tão acuada e perdida. A virada acabou ocorrendo naturalmente, com Guilherme e Fabrício, de falta – colaboração de Ricardo Berna. Aliás, diga-se, mais uma grande atuação do volante cruzeirense.

A história não foi lá muito diferente na segunda etapa. Desespero tricolor refletido na tabela – 13 pontos, na 18ª colocação – e no campo – Luiz Alberto expulso infantilmente no fim. Enquanto não vierem reforços do nível dos que saíram, os erros dificilmente serão perdoados – ou compensados. Coube a Wagner, outro destaque, fechar o caixão – onde cabia mais. E deixar o Cruzeiro feliz da vida, de volta ao G4, com 27 pontos. Ao menos na noite deste sábado, quando o tabu de 36 anos sem vitórias diante do Fluminense no Maracanã foi quebrado. Como um passeio no Rio de Janeiro.

* O Ipatinga mostrou mais uma vez não estar morto. Azar do Internacional, que sucumbiu novamente longe do Beira-Rio. Se em casa a equipe de Tite funciona com até qualidade, fora dos seus domínios a situação é inversa. A falta de criatividade foi o principal fator para o fraquíssimo primeiro tempo – para piorar, o Colorado perdeu Alex, lesionado. Aos 32 do segundo tempo, o gol de Beto acabou como castigo para o sonolento Internacional, que desperdiçou ótima chance de encostar de vez no pelotão da frente. Já o Tigre ultrapassou o Santos – que ainda joga neste domingo -, e colou no Fluminense. Será que o destino reservou vagas para grandes na Série B de 2009? Você responde.

* Não me surpreendi com o resultado nos Aflitos (12.552 torcedores). Num jogo de muitas faltas e passes errados, vitória de quem ainda dá sinais de qualidade – ainda que escassos. O Coritiba marcou com Guaru. Piauí empatou. E o Timbu até poderia ter virado não fosse a trave e a própria incompetência. Mas no fim a estrela de Keirrison fez a diferença. O Coxa garantiu a sétima colocação, com 23 pontos. Já o Náutico despenca. Soma cinco preocupantes jogos sem vitória. E Pintado pode ser o próximo da ingrata e famosa lista que percorre o Campeonato Brasileiro.

Colaborou Victor Canedo

Menos um

Sáb, 26/07/08
por Lédio Carmona |
categoria Flamengo, Fluminense

Souza é mais um jogador brasileiro a vestir a camisa do Panathinaikos. O atacante se juntará a Gabriel e Gilberto Silva no clube grego, que pagou R$ 7,5 milhões – o Flamengo ficará com R$ 4,5 milhões. O restante pertence ao Marítimo, de Portugal. Depois de 74 jogos pelo rubro-negro, Souza marcou apenas 24 gols - 1 gol a cada 3,08 jogos. Pouco para um centroavante. A venda acabou sendo boa para o clube. Mas Caio Júnior precisa de reforços com certa urgência. O Flamengo perde pontos que podem ser cruciais em dezembro. Vandinho, do Avaí, e Josiel, ex-Paraná, são os nomes mais comentados. Façam as suas apostas. A batalha também é contra o tempo.Em tempo: o Fluminense acertou ontem a contratação dos laterais direitos Eduardo Ratinho e Jancarlos. Não gostei. Agora no elenco são quatro laterais da mesma posição e nenhum confiável. A conferir.

Central de boatos (e verdades) do futebol mundial

Qui, 24/07/08
por Lédio Carmona |

* Enquanto o zagueiro Sidnei acertou com o Benfica pelas próximas cinco temporadas, o Internacional busca reposição no difícil mercado. Álvaro, de 29 anos, é uma aposta da direção colorada. O zagueiro defende atualmente o Levante, e acumula oito anos de futebol europeu, além da titularidade nas Olimpíadas de 2000. O Atlético Mineiro foi o último clube brasileiro a contar com o futebol do jogador. Pelo que me lembro, seria (mais) uma boa contratação.

* Mais um jogador deixa os gramados brasileiros rumo ao Oriente. Trata-se de Rodrigo Mendes, que defenderá um clube do Qatar ainda não divulgado. Com o consentimento do Grêmio, diga-se. O problema é que o setor ofensivo do Tricolor Gaúcho deixa a desejar. Talvez por isso o argentino Bieler, campeão da Libertadores pela LDU, esteja sendo especulado. Não se animem, pois não irá resolver o problema da falta de gols dos atacantes.

* Pacotão de especulações Fluminense. Os laterais direitos Eduardo Ratinho e Paulo César, o volante Mineiro – sem clube após dispensa do Hertha Berlim -, o meia Dátolo – que viria em definitivo -, do Boca Juniors, e os atacantes Everton Santos – o mais próximo de um acerto - e Éwethon, ambos ex-Corinthians. Além das negociações por Castromán e Felipe. Mas, por enquanto, tudo ainda encontra-se no papel. Embora o time careça urgentemente de reforços em campo.

* O futebol brasileiro parece ser caso de amor na Grécia, mais especificamente no Panathinaikos. Depois de acertar com Gilberto Silva e Gabriel, o clube grego estuda oferecer € 2,5 milhões por Souza, do Flamengo. O atacante tem apenas três gols no campeonato. Sinceramente, sua saída não seria sentida no elenco de atacantes do rubro-negro, que ainda precisa contratar. Fala-se em Josiel, artilheiro da última edição do Campeonato Brasileiro.

* Adrian Mutu, destaque romeno da Fiorentina, é o principal alvo da Roma. O clube da capital pagaria cerca de € 19 milhões pelo atacante. Exatamente o que faltou à equipe na temporada passada. Já a Viola, também na Liga dos Campeões, contenta-se com Felipe Melo. É o que parece.

* O jornal A Bola noticia a última tentativa da Inter de Milão para contratar Ricardo Quaresma, do Porto. Claro, a pedido do treinador José Mourinho. Os valores? € 25 milhões. Mancini de um lado, Quaresma do outro, além de Adriano e Ibrahimovic. Que timaço teria a Inter de Milão, mais forte do que nunca.

Colaborou Victor Canedo