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Azul de tricolor

Qui, 31/07/08
por Lédio Carmona |

Não me surpreendi com mais um resultado positivo do time de Celso Roth. Enquanto outros pensam em reforços, o Tricolor Gaúcho acumula pontos. A liderança é mais do que merecida. E com um quê de preto e branco somado ao azul da quarta-feira. Mas a quinta-feira não foi só agitada no Couto Pereira – e na tabela. Vamos aos jogos:

* O Grêmio tinha pela frente um adversário ainda invicto em seus domínios. O Coritiba já havia vencido Palmeiras e Flamengo – e empatado com o Cruzeiro - no Couto Pereira. Mas o gol de Marcel, no início da segunda etapa, de cabeça, e uma defesa quase intransponível garantiram mais três pontos ao Tricolor Gaúcho. Tanto que o muito bom Victor sequer trabalhou - Hugo e Keirrison jogaram para fora as chances de um resultado positivo. Méritos do ótimo sistema defensivo da equipe de Celso Roth – apenas 12 gols sofridos. E, claro, de um time que sabe vencer também fora de casa – possuí quatro vitórias longe do Olímpico, uma a mais que Ipatinga e Fluminense no geral. O Coxa, no entanto, desperdiçou a oportunidade de encostar no G4. Dorival Júnior tem qualidade em mãos, mas o meio da tabela parece ser inevitável tamanha a quantidade de times equilibrados.

* A tensão que pairava em São Januário e a péssima situação na tabela talvez não permitissem acreditar em uma noite tão boa – dentro de campo, diga-se – para o Vasco. O Atlético Mineiro, no entanto, até começou melhor. Levou o primeiro, de Edmundo, mas empatou em seguida, com Jael. A partir daí a equipe de Antonio Lopes – que sobrevive no comando vascaíno – cresceu nos erros do Galo. Eduardo Luiz e Mádson – belíssimo gol – ampliaram. Em dezessete minutos de segundo tempo já vencia pelo humilhante placar de 6 a 1 - Wagner Diniz, duas vezes, e Leandro Amaral. Aliás, melhores em campo ao lado de Edmundo. Resultado expressivo, mas longe de empolgar. Até porque o elenco vascaíno não permite tal aventura. Assim como o Atlético, o time é fraco. E as defesas juntas somam 58 gols sofridos. Não há Gallo que resista. O treinador é mais um ter seu nome na ingrata lista que assombra os técnicos. Muito embora Marcelo Oliveira dê conta do recado sempre que assume a função de bombeiro. Fato que foi encoberto pela grande polêmica da noite: Edmundo. Novamente.

O atacante vascaíno, que já havia reclamado de Antonio Lopes pela substituição, disparou contra Leandro Bomfim e Jean, acusando-os de terem pedido para não entrar em campo, assim como Morais, no dia anterior. Ambos declararam ao SportvNews – aliás, jornalismo de primeira linha – não estarem em condições de jogo. E me convenceram. E você, torcedor vascaíno, está do lado de quem?

* Seria até normal um relaxamento do Sport após o título da Copa do Brasil. Mas o rubro-negro joga com a torcida. E sobe na tabela. Ontem, depois de um primeiro tempo em dificuldades, o Leão deslanchou na segunda etapa, na Ilha do Retiro (23.086 pagantes) Carlinhos Bala, Luciano Henrique – de pênalti – e Ciro – jovem promessa - marcaram na vitória de 3 a 1 sobre o Ipatinga. Beto ainda descontou quando o placar apontava 2 a 1. Nada que assustasse de fato a equipe de Nelsinho Baptista, líder na maratona de julho. Foram 16 pontos em oito jogos. A atual sétima colocação é algo natural. Já o Tigre está solitário na lanterna, com 15 pontos. Ainda que não tenha o pior ataque e defesa da competição, são remotas as chances de um milagre.

Colaborou Victor Canedo

O enigma

Qui, 31/07/08
por Lédio Carmona |
categoria Fluminense

rgg.jpg“ Quando perde, a culpa é sempre do treinador”.

“ Quando o time ganha, quem menos leva os louros é o treinador”.

Renato Gaúcho repetiu essa lamurioso discurso ontem, após a nona derrota do Fluminense no Campeonato Brasileiro. Por sinal, o time de Renato Gaúcho, que ele disse que brincaria no Brasileirão, está há 15 rodadas na zona do rebaixamento. Dura a vida do treinador no Brasil. São mesmo vítimas. Como sofrem. Mas, apesar de concordar com tudo isso, sempre me pergunto: por que todo mundo quer ser treinador no Brasil?

Um dia ainda entenderei…

O dono da bola

Qui, 31/07/08
por Lédio Carmona |
categoria Palmeiras

mascara.jpgValdívia fez uma partida razoável contra o Flamengo. Cresceu no início do segundo tempo, quando deu um passe belíssimo para o gol de Sandro Silva. Depois, caiu de novo. Levou um cartão amarelo tolo e estava perto de ser expulso quando foi corretamente substituído por Vanderlei Luxemburgo.

Valdívia, mimado como sempre, saiu magoado, com cara de menino chorão, daqueles que compram a bola e só aceitam brincar com quem não lhe vence nenhuma pelada. Nem ficou no banco. Estava errado. Como quase sempre. Vanderlei Luxemburgo não gostou. E falou coisas certas na coletiva, porém com formato e maneira equivocados. Exagerou. Foi além da conta. E, talvez, tenha perdido de vez um jogador que, na prática e salvo alguns flashes, como o de ontem, parece ter se despedido na final do Campeonato Paulista. Por sinal, o Paulistão é um torneio de segunda categoria, como todos os estaduais, e que costuma transformar em craque apenas bons jogadores. Assim como maus jogadores se tornam medianos graças aos inacreditáveis e inúteis Estaduais.

Enfim, nessa guerra de egos, ninguém ganhou. Luxemburgo foi com tudo para o ataque, mas exagerou e ficou com a defesa exposta. Tática suicida.

Tempo quente

Qui, 31/07/08
por Lédio Carmona |
categoria Vasco

fogueira.jpgO clima em São Januário só piora. Assustado com a pressão dos torcedores na véspera, Morais, que saiu pelos fundos após o treino de quarta-feira, pediu para não ser escalado para enfrentar o Atlético Mineiro, hoje, em São Januário. A diretoria foi pega de surpresa. Os jogadores estão agitados, nervosos e, segundo o site www.supervasco.com.br, Edmundo pode receber a missão de ir à casa de Morais convencê-lo a voltar.

A crise está aberta. Se vence hoje, dá uma esfriada. Se perder ou empatar, a pressão recrudescerá.

Que Roberto Dinamite e sua equipe tenham serenidade para contornar toda confusão.

Tudo azul

Qua, 30/07/08
por Lédio Carmona |

A quarta-feira não teve muitas novidades. Foram 19 gols em sete jogos (média de 2,7), públicos razoáveis e alguns destaques. A começar pelo novo líder Cruzeiro. Ao menos até as 22h30 de quinta-feira. Para recuperar a liderança, somente a vitória é necessária ao Grêmio. E o campeonato agora tem seis clubes na briga pelo G4. Palmeiras e São Paulo ainda batem na porta. Enquanto o sobe-e-desce prevalece no meio da tabela para baixo. Façam as suas apostas. Vamos às partidas:

* O Cruzeiro voltou a jogar bem. Contra o Náutico, no Mineirão (19.209 pagantes), nada mais natural que a vitória. Em noite de Guilherme, a Raposa fez 4 a 2 – dois em cada tempo - até com certa facilidade no Timbu. O jovem atacante marcou dois – chegou aos nove no campeonato - e deu passe para o de Wagner. Henrique completou. Para o decadente Náutico, Wellington e Geraldo – de pênalti. Por sinal, foi a terceira derrota consecutiva da equipe do técnico Pintado. Do lado cruzeirense, vale destacar a ótima atuação de Marquinhos Paraná – talvez a melhor com a camisa azul celeste. Movimentação, desarmes e até sofreu pênalti…. Só faltou o gol. Mas a zaga ainda vacila. E poderá custar alguns pontos no futuro. Nada que abale a quarta-feira perfeita do Cruzeiro. Dormirá na liderança ao som da canção de ninar. Feliz e sorrindo.

* O Vitória não esteve nos seus melhores dias, mas ainda assim conseguiu o triunfo diante do Atlético Paranaense, no Barradão (13.942 pagantes). Nei, ainda no primeiro tempo – com um gol olímpico, diga-se -, abriu o placar. Marquinhos e Ramón, no finzinho, decretaram a virada do rubro-negro baiano. Em casa, o time de Vagner Mancini é muito difícil de ser batido – sete vitórias e apenas duas derrotas. É outro que dormirá em bons lençóis – ao contrário da famosa expressão -, na vice-liderança, com 29 pontos. Já a situação do Furacão é preocupante. Nem quando a equipe de Roberto Fernandes tem jogado melhor o resultado é positivo. E, com o terrível retrospecto fora de casa – uma vitória e sete derrotas -, pode terminar a rodada na 16ª posição, apenas uma acima da zona de rebaixamento.

* Palmeiras e Flamengo não fizeram uma partida brilhante, como era esperado, no Palestra Itália (26.854 pagantes). Mas a vitória do eficiente Palmeiras, de Vanderlei Luxemburgo – que adora partidas decisivas -, acabou por merecida. O singelo 1 a 0 colocou o alviverde com a mesma pontuação do que o rubro-negro (28 pontos), porém em desvantagem no saldo de gols. A ser comemorada pelos palmeirenses a volta do bom futebol de Valdívia, como pôde ser visto na assistência para o gol do volante Sandro Silva. Aliás, a ótima atuação do outro volante, Jumar, possibilitou os avanços de Élder Granja e Leandro, perigos constantes ao gol de Bruno. Já o Flamengo, de Caio Júnior, até fez Marcos trabalhar. Mas a qualidade ofensiva de outrora simplesmente desapareceu com Marcinho, Souza e Renato Augusto. O rubro-negro completou cinco partidas sem vitória. Quatro dessas sem sequer marcar um gol. Fato mais do que preocupante para quem almeja o título.

* Papéis invertidos no Orlando Scarpelli (12.814 presentes). O empate em 1 a 1 entre Figueirense e São Paulo foi ruim para ambos, que desceram uma posição. Mas o mandante parecia ser o Tricolor Paulista. Talvez pelo fato do gol de Tadeu logo aos 7 minutos para o Figueira. Acuado, resistiu durante mais de uma hora. Encontrava ainda espaços para ameaçar nos contra-ataques. Em um deles, o juiz Evandro Rogério Roman não marcou pênalti de Richarlyson em Edu Sales. Wilson novamente se destacou com boas defesas. Embora nada pudesse fazer no petardo de Hugo, aos 34. Um ponto apenas separa o time de Muricy Ramalho do G4. Já os comandados de Paulo César Gusmão não vivem a melhor fase no campeonato – não vencem desde a 12ª rodada.

* O Botafogo de Ney Franco demonstrou novamente estar em ascensão. No Engenhão (15.798 pagantes), os números são expressivos – seis vitórias, um empate e uma derrota. A última delas conquistada sobre o Goiás, por 2 a 0. Túlio, revelado no alviverde, marcou ambos de fora da área. A defesa mostrou segurança durante boa parte do jogo, enquanto o ataque voltou a apresentar deficiência nas conclusões. Sob comando do treinador mineiro – três vitórias, dois empates e uma derrota -, o elevador alvinegro volta a subir. Já a instável equipe de Hélio dos Anjos nada fez de relevante. O novo revés ocasionou a volta para a zona de rebaixamento. Duas derrotas consecutivas pesam. E a tabela ainda reserva Flamengo e São Paulo no primeiro turno.

* O Santos aproveitou os importantes desfalques do Internacional e conquistou sua primeira vitória fora de casa, no Beira-Rio (19.952 pagantes). Maikon Leite – veloz e habilidoso -, destaque já do último domingo, anotou o único gol da partida. Promete ser, de fato, mais uma das tantas revelações do campeonato. Ponto positivo para Cuca, que depois de ter a demissão recusada, parece ter acertado o time. Tanto que o alvinegro abandonou a zona de rebaixamento. Talvez para não mais voltar. O Colorado, que conheceu sua primeira derrota como mandante, depende exclusivamente de sua força ofensiva. Sem Nilmar e Alex – além de Daniel Carvalho e D’Alessandro sem condições de estréia -, não há muito que Tite possa fazer. O Internacional que eu espero ver ainda não entrou em campo. Mas é bom correr contra o tempo.

* Vitória tranqüila da Portuguesa – fato raro – diante do Fluminense, numa noite de belos gols no Canindé (2.701 pagantes). Conca abriu o placar para o Tricolor, que teve ainda de lutar contra o nervosismo de seus jogadores. Tartá, descontrolado, foi expulso ainda no primeiro tempo, logo após o golaço de Jonas. Muito embora o cartão vermelho de Washington, na segunda etapa, tenha sido exagerado. 11×9. A virada era mera questão de tempo. Não tardou a vir com Preto. Jonas, no fim, fechou o caixão. Renato Gaúcho balança no cargo. Dá a cada jogo a impressão de que o ciclo está para se encerrar. E, há 15 rodadas na zona de rebaixamento, o Fluminense agoniza. Enquanto a Lusa de Valdir Espinoza sobrevive. E amanhecerá na 12ª colocação – subiu cinco posições -, com 19 pontos.

O Jogo Aberto pede desculpas pelo ocorrido durante as partidas de ontem. Tudo reestabelecido em sua normalidade.

Colaborou Victor Canedo

Revolução colorada

Qua, 30/07/08
por Lédio Carmona |
categoria Internacional

As chegadas de Daniel Carvalho e D’Alessandro (fotos do site oficial) colocam mais um time no hall dos favoritos para a conquista do Campeonato Brasileiro: o Internacional. Tite já possuí um elenco equilibrado – como gosta o treinador -, com destaques em todos os setores. E que só tende a crescer. O técnico gaúcho têm opções que o deixam numa grata situação. Tanto o 4-4-2 quanto o 3-5-2 podem proporcionar um futebol dinâmico e moderno ao torcedor colorado. Eis as minhas possíveis escalações para o time-base:

4-4-2: Renan; Bolívar, Sorondo, Índio e Marcão; Edinho (Magrão), Guiñazu, Alex e D’Alessandro; Daniel Carvalho e Nilmar. A deficiência em encontrar um lateral-direito e a quantidade de bons zagueiros me deu a idéia de formar uma defesa à moda européia, em linha.

3-5-2: Renan; Bolívar, Sorondo e Índio; Ângelo, Magrão, Guiñazu, D’Alessandro e Alex; Daniel Carvalho e Nilmar. Alex atuaria como um meia/ala-esquerda, e a proteção estaria garantida com Magrão e Guiñazu, além, é claro, dos três ótimos zagueiros. 

Quem só tem a ganhar é o Internacional. Elenco que não deve nada a São Paulo, Flamengo e Cruzeiro, aliás. E se não perder ninguém – leia-se Alex, Guiñazu e/ou Nilmar - vocês já podem conhecer o meu favorito. Mas é bom correr contra o tempo, por mais que as perspectivas sejam as melhores possíveis. Vacilos como o do último sábado, diante do Ipatinga, não serão perdoados.

Colaborou Victor Canedo

A 16ª rodada

Qua, 30/07/08
por Lédio Carmona |
categoria Série A

A 16ª rodada, como de costume, promete. Os famosos “duelos de seis pontos” voltam à tona tanto na parte de cima da tabela como na disputa pela fuga da zona de risco. O confronto Palmeiras x Flamengo encaixa-se na primeira dessas condições. Há quatro jogos sem vitória, o rubro-negro ainda não conta com os reforços de Vandinho e Eltinho. Tardelli volta ao time, embora esteja longe de ser solução do ataque da equipe de Caio Júnior. Aliás, a partida prenuncia um ótimo embate tático entre o técnico paranaense e Vanderlei Luxemburgo, que não costuma perder jogos decisivos em pontos corridos – completa 300 jogos no comando do alviverde. E conta com a volta de Valdívia, além, é claro, da presença do artilheiro Alex Mineiro. Léo Lima e Toró também estão à disposição de seus respectivos treinadores. Apenas três pontos separam os clubes na tabela. Posso afirmar que já tenho compromisso a partir das 21h45 desta quarta-feira. Líder há duas rodadas, o Grêmio de Perea, William Magrão & Cia. também não escapou de pedreira. Visitará o embalado Coritiba, de Keirrison e Carlinhos Paraíba, no lotadinho Couto Pereira. Outra “pequena decisão”, como diz Celso Roth. Jogão que pode decidir uma nova liderança no campeonato.

Enquanto isso, os restantes do seleto grupo da Libertadores têm compromissos, digamos, mais tranqüilos. Confesso que algo diferente de duas vitórias dos mandantes me surpreenderá. Refiro-me ao Cruzeiro e Vitória. A Raposa recebe o Náutico, ao passo que o rubro-negro baiano terá o Atlético Paranaense como visitante. Equipes que não fazem boa campanha principalmente fora de seus domínios. Noite de Wagner e Marquinhos? Você responde. Sport e Ipatinga se enfrentam na Ilha do Retiro. O rubro-negro, impulsionado por dois triunfos consecutivos, já ocupa a 9ª colocação. E o lanterna Ipatinga costuma levar uma quantidade considerável de gols quando atua fora de casa. Mesmo com os desfalques – dentre eles o de Durval -, cravo coluna um, seco.

Na teoria, o confronto entre Internacional e Santos também poderia constar no parágrafo acima. No Beira-Rio, a equipe de Tite possuí números expressivos – seis vitórias e um empate. Mas os desfalques de Alex e Nilmar – Walter e Guto formarão o ataque titular - acabam com qualquer possibilidade de certeza. E o Santos, em ascensão, confia no rápido Maikon e no matador Kleber Pereira para furar a defesa do Colorado. O Figueirense, da mesma forma, não encontrará facilidades no Orlando Scarpelli. Além de enfrentar o fantasma dos sete gols da última quinta-feira, a equipe de PC Gusmão terá pela frente o São Paulo, visitante nada amigável. Cleiton Xavier ou Dagoberto? Façam as suas apostas. O Botafogo de Ney Franco ainda não emplacou. No entanto, é forte como poucos no Engenhão. O Goiás não terá Alex Terra, mas o duelo reservou o encontro dos irmãos Carlos Alberto e Fernando. Assim como a maioria, voto no primeiro como vitorioso da noite.

Logicamente o futebol apresentado não é aprazível, mas a briga na rabeira possuí um quê de emoção considerável. Na quarta, Portuguesa x Fluminense. Edno e Diogo são desfalques do lado da Lusa. Já Renato Gaúcho não terá o capitão Luiz Alberto – além, é claro, dos Thiagos, que defendem a Seleção Olímpica. Haja coração e paciência para assistir à partida do Canindé. O mesmo vale para Vasco e Atlético Mineiro, quinta-feira, em São Januário. Confronto que pode marcar a despedida de Antonio Lopes. Como os resultados não vêm agradando, o técnico vascaíno promoveu mudanças no time e no esquema. Edmundo volta a ser esperança. Enquanto Marques é dúvida no Galo, que ainda canta com os esforços de Petkovic.

Colaborou Victor Canedo

Troféu Gato-Mestre (16ª rodada)

Ter, 29/07/08
por Lédio Carmona |
categoria Jogo Aberto

2viet.jpgBoleirada do JA. Ainda devo a parcial do Troféu Gato-Mestre após a 15ª rodada. Mas juro que não acumulará e até quinta-feira espero estar quites com todos. Nesse post, após meu secretário tecnológico surgir, disponibilizarei a planilha completa, com os resultados parciais até a 14ª rodada. A ilustração é em homenagem à Seleção Brasileira… E vamos aos pitacos.

• Vitória x Atlético-PR (1)
• Cruzeiro x Náutico (1)
• Portuguesa x Fluminense (2)
• Botafogo x Goiás (1)
• Internacional x Santos (1)
• Figueirense x São Paulo (2)
• Palmeiras x Flamengo (1)
• Coritiba x Grêmio (3)
• Vasco x Atlético Mineiro (1)
• Sport x Ipatinga (1)

Eis a planilha:

http://www.mediafire.com/?dej20kby6tt

25 anos de azul, branco e preto

Ter, 29/07/08
por Lédio Carmona |

O Jogo Aberto não se esqueceu. O dia de ontem, 28/07/2008, foi um marco para o Grêmio. A conquista da Libertadores de 1983 completou 25 anos. E, conseqüentemente, possibilitou o título mundial em dezembro. Uma época de glórias para o Tricolor Gaúcho.

Assista ao vídeo abaixo e reveja os gols da grande final diante do Peñarol, no abarrotado Olímpico. Faz bem para memória. E para o coração gremista. Incorporado em Hugo De León, Mário Sérgio, Renato Gaúcho, ou Caio e César, heróis da grande noite do dia 28/07/1983.

Aproveite e conte a sua história. Onde você estava no dia? O que fazia? Exercício mais que saudável.

Cartola FC

Ter, 29/07/08
por Lédio Carmona |
categoria Cartola

prison.jpg29.916. É a posição do Pequeno Bob FC no Cartola. Traduzindo: fizemos 89,72 pontos na última rodada e subimos 12 mil posições. Embalamos de vez. Salários em dia, prêmios, também, a crise passou. Assim, queremos mais no meio de semana. E, assim sendo, Dom Carmo, o treinador, escalou:

Magrão (Sport), Marcelo Cordeiro (Vitória), Aislan (São Paulo), Anderson (Vitória) e Juan (Flamengo); Diego Souza (Palmeiras), Wagner (Cruzeiro), Cleiton Xavier (Figueirense) e Marquinhos (Vitória); Guilherme (Cruzeiro) e Leandro Amaral (Vasco).

PS: estou aberto a mudanças. Se me convencerem a mudar A ou B, eu topo. Mas tem que ser sugestão boa.


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