Formulário de Busca

Abaixo a paradinha!

Seg, 30/06/08
por Lédio Carmona |
categoria Série A

A paradinha anda em moda no futebol brasileiro. Mas não deveria. É a arte da malandragem barata. Antonín Panenka, em 76, inovou, durante a Eurocopa, vencida pela sua República Tcheca. A cobrança – que levou o seu nome – era algo lúdico. Foi feita com classe por Zidane, Pelé, Zico e outros. Hoje, virou escárnio. Só aumenta a desvantagem dos goleiros diante dos já absolutos cobradores. Mas a FIFA, como no caso da altitude, não sai do muro. E deixa como está.

E você, é a favor ou contra do uso deste artifício?

Eu, definitivamente, entendo a paradinha como uma tremenda boçalidade.

JA enquete

Seg, 30/06/08
por Lédio Carmona |
categoria Chelsea, Eurocopa

Infelizmente a Eurocopa teve o seu fim neste último domingo. Ao menos muita coisa boa pôde ser vista e acompanhada de perto no SporTV e aqui no Jogo Aberto.

Vamos à votação:

Seleção: Casillas (Espanha); Sergio Ramos (Espanha), Marchena (Espanha), Mathijsen (Holanda) e Zhirkov (Rússia); Marcos Senna (Espanha), Xavi (Espanha), Sneijder (Holanda), Schweinsteiger (Alemanha) e Arshavin (Rússia); David Villa (Espanha).

Técnico: Luís Aragonés (Espanha)

Craque: Xavi

Revelação: Pavlyuchenko (Rússia) e David Silva (Espanha)

Decepção: França

Golaço: Sneijder x França (4 x 1)

Árbitro: Roberto Rossetti (Itália)

Agora a vez é de vocês, blogueiros. Participem.

* Deco não consta na lista dos melhores, mas acertou nesta segunda-feira a transação para o Chelsea. O clube do técnico Felipão pagou cerca de € 10 milhões.

Seleção JA

Seg, 30/06/08
por Lédio Carmona |
categoria Série A

Eis a seleção da 8ª rodada – de muitos empates e poucos gols:

Fábio Costa (Santos); Nei (CAP), Sorondo (Internacional), Pereira (Grêmio) e Juan (Flamengo); Fabrício (Cruzeiro), Íbson (Flamengo) e Alex Teixeira (Vasco); Borges (São Paulo), Obina (Flamengo) e Nilmar (Internacional).

Técnico: Caio Júnior (Flamengo)

A Selebaba também está valendo. Vote, discorde, opine. O importante é participar.

PS: E vá assistir ao filme, com o brilhante Denzel Washington. Já está nas locadoras em DVD. Muito bom.

A cara do Brasileiro

Dom, 29/06/08
por Lédio Carmona |

A oitava rodada finalmente separou os líderes. Melhor para o Flamengo, que chegou aos 19 pontos. Grêmio e Cruzeiro, com 17, vêm logo atrás. E o Palmeiras, que sobe de produção, completa o G4, com 16. No total, foram 6 empates ao longo do fim-de-semana. E apenas 22 gols em 10 jogos. O que não quer dizer que a rodada foi ruim. Nem boa. Mas que já começa a traçar o rumo de alguns clubes. Destaque também para os bons públicos em Porto Alegre, Recife e Belo Horizonte.

O Sport não estava de ressaca. Jogou com seriedade – o que não quer dizer bem. Méritos para o Flamengo, que venceu o rubro-negro pernambucano em plena Ilha do Retiro (27.623 pagantes), por 2 a 1, e chegou ao número de 400 triunfos na história do Brasileiro. Obina mostrou que pode contribuir e muito também quando começa jogando. Marcou os dois, com participação direta de Juan em ambos. O último, aos 48 minutos do segundo tempo. Francisco Alex anotou para a equipe de Nelsinho Baptista, com a ajuda do montinho artilheiro – péssimo gramado, por sinal. Com ou sem Íbson, que terá o contrato encerrado nesta segunda-feira, o Flamengo, do hoje audacioso Caio Júnior, irá chegar. Ao menos dá mostras de sua capacidade ao seu torcedor. Ao contrário de outros tempos, o rubro-negro mostra-se forte também fora de casa. Já o Sport teve a primeira baixa atuando em casa. Algo que deve ser raro ao longo do campeonato. A princípio, não há com o que se preocupar sobre rebaixamento.

O Palmeiras não teve dificuldades para manter os 100% de aproveitamento em casa. Vitória de 2 a 0 sobre o defensivo Náutico, no Palestra Itália. Alex Mineiro, de paradinha – até quando? -, chegou ao sexto gol no campeonato. Denílson, num belo gol, ampliou. Mas há algumas constatações a serem feitas. Como, por exemplo, outra expulsão de Kleber. Seja por reclamação ou agressão, o bom atacante costuma estar envolvido. Pode atrapalhar os planos de Vanderlei Luxemburgo ao longo do campeonato. Ou então a forte marcação sobre Valdívia. O chileno tem dificuldades para se livrar. Hoje deu certo. E o alviverde só sobe. Já o Náutico sofreu com o elevado número de volantes. Ou brucutus, caso de Alceu. A Sul-Americana estaria de ótimo tamanho para o Timbu.

Cruzeiro e São Paulo prometiam o melhor jogo da rodada. Na prática, o empate em 1 a 1 deixou um pouco a desejar para os 37.115 pagantes no Mineirão. Guilherme marcou o sexto gol no campeonato – é artilheiro ao lado de Alex Mineiro. Borges, logo no início da segunda etapa, empatou. Fábio ainda fez uma defesaça. Rogério Ceni também teve um pouco de trabalho. Jadílson fez falta. No fim, vaias da torcida. O São Paulo é competitivo no Morumbi ou fora de seus domínios. A Raposa também tem um bom time. A cobrança é exagerada. O atual terceiro lugar é uma realidade, não exceção.

Tudo levava a crer que o Gre-nal de número 370 seria tricolor. Mas o que se viu no estádio Olímpico (42.888 presentes) foi um Internacional superior durante a maior parte do tempo, apesar do empate em 1 a 1. Tite armou uma defesa praticamente intransponível. E o time ainda atacava com perigo. Tanto que já vencia aos 15 minutos de jogo, com Índio. O domínio prosseguiu até o ato infantil de Renan, já no fim de jogo. Pênalti e a merecida expulsão. Roger marcou o seu quarto gol na competição – o quarto da marca da cal, com outra paradinha. O Grêmio saiu no lucro. Já a atuação do Colorado serve como alento para as 30 rodadas restantes.

Pouco mais de nove mil corajosos torcedores foram ao Maracanã neste domingo para acompanhar Fluminense e Botafogo. Provavelmente se arrependeram com o fraco – e talvez esperado - 0 a 0. Fato preocupante para o alvinegro, que não conseguiu se impor diante dos reservas tricolores. Geninho ainda busca explicações. O problema é que muitos jogadores vivem uma fase nada agradável. Fazer gol parece ser uma verdadeira missão para os atacantes alvinegros. Já no Fluminense, os torcedores agradecem por esta ter sido a última atuação dos reservas. Seja com uma quarta-feira feliz ou triste, a equipe de Renato Gaúcho poderá contar com Thiago Silva, Conca e companhia na próxima rodada. E é bom correrem atrás do prejuízo.

Atlético Paranaense e Coritiba deram mostras de como é um clássico. Caminhavam para o movimentado 0 a 0, na Arena da Baixada (20.192 pagantes) quando Valencia foi expulso, já aos 30 do segundo tempo. Pressão do Coxa? Errado. Em seguida, Nei sofreu pênalti de Maurício – expulso por dois amarelos - que Alan Bahia cobrou, com paradinha – a moda da rodada -, e fez. 1 a 0. Eram 10 x 10. E o Furacão tinha a vantagem no placar. Mas Marcos Tamandaré, aos 41, empatou em lance duvidoso. Ao menos sobrou emoção. Pelo pouco que vi gostei de Marlos. Incisivo, deu trabalho à zaga da equipe de Roberto Fernandes. Os dois times devem ocupar a modesta zona da Sul Americana por um bom tempo.

Nada de tão animador entre Figueirense e Atlético Mineiro, no Orlando Scarpelli. O Figueira, na estréia de Paulo César Gusmão foi melhor – principalmente na segunda etapa -, mas prevaleceu mais um empate em 1 a 1 na rodada. Marquinho e Petkovic, de falta, anotaram os gols da partida. Édson evitou outros. E o Galo, de Gallo, segue longe do topo. Precisa de reforços para tornar o time competitivo.

Colaborou Victor Canedo

Geração de Reis

Dom, 29/06/08
por Lédio Carmona |
categoria Eurocopa

Victor Canedo

Juan Carlos I foi coroado rei da Espanha em 1975. Não acompanhou de perto a primeira conquista da seleção espanhola, em 1964. Desde então, sequer viu a Fúria se tornar campeã de algum torneio relevante. Decepções e mais decepções. Mas hoje estava confiante nas tribunas do estádio Ernst Happel, em Viena, ao lado de Michel Platini. Não era por menos. A Espanha tinha a melhor campanha de toda a competição. E jogava bonito. A final não foi diferente. Os selecionados de Luis Aragonés engoliram a Alemanha e abocanharam o merecido caneco. Pareciam jogar com uma coroa sobre a cabeça. O placar pouco importa. A magra vitória de 1 a 0 – gol de Fernando Torres - foi mais do que suficiente para Juan Carlos I se sentir muito bem substituído nesta noite de 29 de junho.

A Alemanha imprimiu forte ritmo nos minutos iniciais, assim como contra Portugal. Mas a tentativa de blitz não funcionou. Aos poucos, a Espanha saía para o jogo e fugia da pressão. O contra-ataque também era uma válvula de escape bastante utilizada. Envolvente na maior parte do tempo, a Fúria chegava com perigo. Aos 22, Fernando Torres, de cabeça, acertou a trave de Lehmann. A equipe de Luís Aragonés já era superior. Onze minutos depois, o mesmo Niño Torres, com cara de príncipe, mas futebol de rei ganhou na corrida de Lahm e Lehmann. 1 a 0. Justo para um primeiro tempo de domínio espanhol. Principalmente no meio campo, que teve Xavi como peça-chave.

A segunda etapa começou como o fim da primeira. Joachim Löw não estava nada satisfeito com a fraca apresentação de seus comandados. Ballack, Schweinsteiger e Podolski não eram nem de perto os bons jogadores das fases anteriores. Klose, isolado, pouco pôde fazer. A entrada de Jansen não surtiu efeito. Muito menos a do brasileiro Kevin Kuranyi. Dominada, a Alemanha não via sequer oportunidades para forçar uma prorrogação. Já a Espanha sobrava fisicamente. Luís Aragonés lançou Guiza, Carzola e Xabi Alonso. Sabe-se lá como a Fúria não ampliou o placar na base dos contra-ataques. Marcos Senna, soberbo na marcação, quase deixou o seu. Não fez falta. O apito final sentenciou uma vitória do futebol.

Quarenta e quatro anos de espera. Gerações e gerações acumulando insucessos. Nada que os comandados de Luís Agaronés e Iker Casillas – por que não? - não pudessem fazer. Estes são os verdadeiros Reis da Europa. De verdade.

Dúvida cruel

Sáb, 28/06/08
por Lédio Carmona |

* O Vasco teve lá a sua cota de esforço, mas venceu o Ipatinga, em São Januário (2.724 pagantes), por 4 a 2. Dificuldades que não são tão usuais quando se enfrenta o clube mineiro. A grata surpresa foram os dois gols de Alex Teixeira, logo no início – destaque para o segundo. Porém, a zaga voltou a assustar. Enquanto o segundo maior problema do Vasco não for curado – o primeiro já foi -, a equipe de Antonio Lopes continuará dando sustos à sua torcida. Leandro Amaral deixou o seu, num pênalti inexistente. Sofreu outro, dessa vez ignorado por Heber Roberto Lopes. Jean completou, após linda jogada de Morais.  Gian e Adeílson marcaram para o Tigre. Um em cada goleiro – Tiago saiu indisposto no intervalo para a entrada de Roberto. E o Ipatinga ruma ao status de América-RN versão 2008. Deve-se comemorar quatros gols feitos neste Ipatinga? Ou dois sofridos pelo mesmo? Acho que é melhor pensar nos dois levados.

* O Santos continuará mais uma rodada na zona de rebaixamento. O empate em 0 a 0, no clássico diante da Portuguesa, no Canindé (5.000 pagantes), até que teve sua dose de emoção. Chances perdidas dos dois lados. E boas atuações dos goleiros André Luís e Fábio Costa – melhor em campo. Vale ressaltar o gol bem anulado de Washington. Tiago Luiz e Lima deram novo ânimo ao alvinegro praiano na segunda etapa. Mas, apesar de insistir, o gol não saiu. Cuca segue sem vencer no comando do Santos. Já a Lusa provavelmente terminará a rodada entre os 10 melhores. A campanha ainda é boa.

* O Vitória conquistou uma tranqüila vitória diante do Goiás, por 3 a 0, no Barradão. Ramón – ele mesmo -, Ricardinho e Dinei anotaram para o rubro-negro. Já é o terceiro triunfo em quatro jogos em casa. E a surpreendente quinta colocação provisória. Gordura importante para ser queimada numa eventual queda de ritmo. Já o alviverde mostrou que a goleada sobre o Santos pode ter sido uma exceção. Modesto é o adjetivo que melhor reflete o time. E continua na zona de rebaixamento.

Colaborou Victor Canedo

Grand finale

Sáb, 28/06/08
por Lédio Carmona |
categoria Eurocopa

Victor Canedo

Buscar o gol. Jogar para frente. A Uefa Euro 2008 renovou este espírito. Quatro anos depois de uma retranqueira Grécia sagrar-se campeã. Adeptos do futebol ofensivo, Alemanha e Espanha chegam à final com todos os méritos. Mas sem favoritismo.

A Espanha empatou apenas um jogo, diante da Itália. Venceu os outros quatro. De forma inapelável, eliminou a grata surpresa Rússia na semifinal. Poderiam dizer que a equipe de Luís Aragonés tem leve vantagem. Eu discordo. Villa, o artilheiro da competição com quatro gols, é desfalque certo. E o fator camisa ainda assusta. Por mais que o futebol apresentado pela Fúria desmistifique qualquer suposição.

A Alemanha até que surpreendeu. Era raro constar na lista de favoritos de muita gente. Os que acreditavam baseavam-se mais no poder de chegada do que alguma esperança de bom futebol. Mas a equipe de Joachim Löw os contrariou. Perdeu para a Croácia ainda na fase de grupos. E só. Venceu outros quatro jogos – entre os adversários, Portugal de Felipão. Só não foi brilhante. Há quem ache isso decisivo para o título. Decisiva seria a possível ausência de Ballack, com dores na panturrilha. A história prova a importância da eficiência. E não há como negar que Podolski & Cia têm capacidade para decidir.

Uma final que ainda conta com Fàbregas, Casillas, Klose, Schweinsteiger e Fernado Torres. Qualidade é o que não falta. Pelo contrário. Sobra. Preparem-se, porque a Euro se encerrará da melhor maneira possível. Com chave de ouro. É o que espero. E você, blogueiro, aposta em quem como detentor desta bela taça?

Roberto Dinamite

Sáb, 28/06/08
por Lédio Carmona |
categoria Vasco

77.jpgPor 140 votos a 103, a oposição venceu e Roberto Dinamite será empossado na terça-feira, dia 1º.

Momento de o torcedor vascaíno respirar fundo. Olhar para frente. E pensar consigo mesmo: é o momento de reconstrução.

Esquecer quem passou. Não criar mágoas nem rancor. Quem saiu, foi importante num período. Mas tudo passa. Na vida, é preciso transição.

Carlos Roberto de Oliveira, apaixonadamente conhecido pelos vascaínos como Roberto Dinamite, é o novo presidente do clube. Governará por três anos. Para um clube em busca do resgate e da confiança dos torcedores e sócios, da simpatia dos adversários e da fé em dias melhores e históricos, não há nome melhor.

Roberto Dinamite é o maior ídolo da história do Vasco. Fez 708 gols com a camisa da faixa diagonal. Há uma ligação forte e eterna entre clube e ídolo. Mais forte do que qualquer estátua que possa aparecer por aí.

bobhoje.jpg

O Vasco tem São Januário. Tem história. Tem glórias. Teve ídolos. E agora tem o seu maior, o maior de todos, como seu presidente. Tem esperança. Tem futuro. E, principalmente, tem a credibilidade do seu torcedor de volta.

Deveria governar com a camisa 10. Como primeiro ato, bater uma falta. E fazer os vascaínos chorarem de alegria. Seria gol, com certeza.

Gol de placa.

A oitava rodada

Sex, 27/06/08
por Lédio Carmona |
categoria Série A

Eis a 8ª rodada. De muitos clássicos. De grandes jogos. Ao menos na teoria o fim-de-semana promete. Que pode ser decisivo para a divisão dos grupos que formam a tabela de classificação. O destaque é o esperado duelo entre Cruzeiro e São Paulo, no Mineirão. Os selecionados Ramires e Hernanes farão um bom duelo no meio-campo. Assim como Guilherme e Borges, no ataque. Já adianto que qualquer vitória é algo normal. São duas equipes equilibradas e bem treinadas. O Flamengo, atual líder, vai até Recife enfrentar o Sport. Obina e Renato Augusto assumem as vagas de Souza e Tardelli. Um teste complicado para os rubro-negros cariocas. O Palmeiras, também no topo da tabela, recebe o Náutico, no domingo. Já sem Henrique. Mas o time de Wanderlei Luxemburgo parece se acertar. A conferir.

Clássicos em Curitiba, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. Coritiba e Atlético Paranaense estão próximos na tabela. Mas, na Arena, o Furacão tem leve vantagem. Grêmio e Internacional fazem o duelo dos distintos, no Olímpico. Líder, o Tricolor Gaúcho aposta em Roger para derrotar o rival, ainda em baixa. Mas “clássico é clássico e vice-versa”, como já dizia Jardel. Portuguesa e Santos também vivem momentos diferentes. O clássico, no Canindé, tende um pouco mais para a Lusa. O Peixe ainda não pode contar com os reforços. Já o Botafogo encara os reservas do Fluminense – sem Dodô – no Maracanã. O alvinegro é mega-favorito, apesar do desfalque de Jorge Henrique. Será a redenção de Wellington Paulista?

O Vasco tenta a recuperação diante do Ipatinga, em São Januário. Só se fala em eleição, mas é uma boa partida para Leandro Amaral recuperar o faro de gol. E a equipe de Antonio Lopes voltar a subir. Os motivados Vitória e Goiás se enfrentam no Barradão. Figueirense e Atlético Mineiro completam a rodada, no Orlando Scarpelli, na estréia de Paulo César Gusmão, o terceiro técnico do Figueira. Alexandre Gallo e César Prates reencontram o velho time.

Coração valente?

Sex, 27/06/08
por Lédio Carmona |

Às vésperas do jogo mais importante da história do Fluminense, Washington, sempre decisivo, é dúvida. O atacante sofreu leve estiramento na panturrilha direita. Fará tratamento intensivo até a próxima quarta-feira. Mesmo sem estar 100%, acredito que jogará. Caso contrário, o Tricolor perderia uma peça ofensiva importantíssima. Você, tricolor, como escalaria o time para a grande final?

* O zagueiro Henrique não vestirá mais a camisa do Palmeiras. O Barcelona o contratou por € 10 milhões (R$ 26 milhões). O alviverde fica com 20% disso (R$ 4,1 milhões). E a Traffic, detentora dos seus direitos, abocanha o resto. Vale lembrar que Henrique veio do Coritiba por apenas R$ 5 milhões. 


Formulário de Busca


2000-2009 globo.com Todos os direitos reservados. Política de privacidade