Há 25 anos: uma história com muitas versões e um só personagem
Muitas vezes a história de Ayrton Senna e Nelson Piquet se confundiu na Fórmula 1 em versões nem sempre conexas. Uma delas aconteceu entre 1983 / 1984, na época em que o então piloto de F-3 queria entrar na categoria máxima e chegou a fazer um teste na Brabham, em Paul Ricard.
Comentou-se (e comenta-se, até hoje) que Piquet, já bicampeão mundial, foi contrário à idéia de ser “professor” de um garoto de 23 pra 24 anos e - pior - com jeito de gênio das pistas. O teste não foi conclusivo, tanto que até Mauro Baldi, que teve uma chance com o BT52B, foi mais rápido que Ayrton.
Isto não vem ao caso: certo é que nem Senna e muito menos Baldi aceleraram a Brabham no ano de 1984. A Parmalat teria exigido que um italiano assumisse o cockpit e por isso foi contratado Teo Fabi, que levou o irmão Corrado como contrapeso e eventual reserva de Teo nas provas concomitantes à CART, onde o baixinho corria pela equipe Forsythe.
No vídeo abaixo, em matéria do Globo Esporte feita por Reginaldo Leme em frente ao Estádio do Pacaembu (e tudo indica que foi naqueles torneios de Superkart, lembram?), Senna tenta explicar o porquê de não ter corrido na Brabham. Pra muitos, uma resposta convincente. Pra outros, pura cascata.
E pra vocês, ele foi falso ou verdadeiro em suas respostas?
Cartas para a redação.
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Crispim (à direita na foto) participou do programa pois é figura de proa da fase áurea do esporte a motor, como um dos principais preparadores de motor dos anos 60/70, fazendo funcionar como poucos os motores dois tempos e três cilindros dos DKW. Nos anos 70, foi referência no preparo dos Pumas e em 1975 fez o motor do Polar de Chiquinho Lameirão, campeão da Fórmula Super Vê.